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A essência da gestão ministerial 2


Publicado em 01.12.2015

 "Se o ferro está embotado, e não se lhe afia o corte, é preciso redobrar a força;
mas a sabedoria resolve com bom êxito." [Eclesiastes 10:10]

Conta-se a história de uma tradicional competição de lenhadores em um dos países escandinavos. Toda a comunidade envolvia-se intensamente nas provas que duravam cerca de três meses. Certa vez, os dois finalistas chamaram a atenção por possuírem características físicas distintas. De um lado, um jovem atleta, bem falante. Do outro, um idoso franzino, de modesta aparência e econômico nas palavras.

Foi dada a largada e ambos tinham o desafio de derrubar uma árvore. Cada um tinha um serrote. Venceria aquele que derrubasse primeiro, o que poderia levar horas. Logo o jovem arrebatou a torcida com seus movimentos. Do outro lado, para a surpresa de muitos, o velhinho parava o trabalho a cada 15 minutos e entrava em sua tenda.

Após duas horas de competição, o silêncio tomou conta do ambiente com a queda da primeira árvore. Evidenciado o vencedor, todos aplaudiram de pé. Quem venceu? O idoso. Inconformado, o jovem foi lhe perguntar como tinha sido possível aquilo. O velhinho lhe respondeu: "Meu jovem, toda vez que eu parei, era para afiar meu serrote". Que grande lição.

Uma equipe não afiada dará muitos golpes no ar, aplicará muito esforço e obterá resultados medíocres. Assim, uma equipe deve ser constantemente treinada e capacitada para evoluir e atingir seu maior potencial. Podemos identificar quatro fases no processo de treinamento de uma equipe.

A primeira é aquela fase de transmissão de informações. É a comunicação clara das responsabilidades da função, das políticas que norteiam o desempenho, das metas e objetivos esperados e do que fazer em cada situação.

Depois, é preciso trabalhar as habilidades dos envolvidos, e é nessa segunda fase que a infra-estrutura de trabalho é definida.

Em seguida, é preciso trabalhar as atitudes do grupo. Aí entra o serviço sincero. Jesus, por exemplo, tinha habilidades e atitudes compatíveis com o reino de Deus. Não se pode dizer o mesmo de um diácono que está sempre pronto a ajudar na entrega de cestas básicas (usando suas habilidades), mas nunca pronto a sorrir. Jesus curava e também eliminava preconceitos. Expulsava demônios e perdoava. Contava histórias e amava.

Feito isso, chega-se à última fase da capacitação, onde os conceitos do serviço serão desenvolvidos, agora interligados com a visão do ministério, as habilidades de cada um e as atitudes do grupo. Capacitar alguém é mesmo um desafio. Mas o resultado final faz qualquer esforço valer à pena.

Reprodução Autorizada desde que mantida a integridade dos textos, mencionado o autor e o site http://www.institutojetro.com/ e comunicada sua utilização através do e-mail artigos@institutojetro.com

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Título do artigo: A essência da gestão ministerial 2
Autor: Rodolfo Garcia Montosa

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